postado em 05/12/2009 14:51 por Sergio Mendes
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05/12/2009 15:15 atualizado(s)
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O Lexus LS é o modelo da Toyota que
concorre no segmento de sedãs grandes de alto luxo, zona de mercado habitada
por espécimes como Mercedes-Benz Classe S, Audi A8 e BMW Série 7. Entretanto, o Lexus LS sempre foi considerado inferior a seus concorrentes alemães, sobretudo pelo fato de não proporcionar ao motorista um nível de condução verdadeiramente esportiva e envolvente. Para responder a tais críticas - subjetivas - a Toyota optou por oferecer para o modelo 2010 do Lexus LS um pacote esportivo - Sport. A um custo adicional de US$ 6.185,00
e oferecido apenas para a versão de entre-eixos curta (o Lexus LS é oferecido
em uma versão longa, do tipo de limousine, e uma versão curta), ele adiciona
alguns detalhes visuais no exterior, que inclui uma saia inferior, rodas de
19", pneus especiais e uma grade dianteira diferenciada. Nada,
evidentemente, que torne o Lexus LS um carro chamativo ou exótico - todos os
equipamentos adicionais são discretos e de extremo bom gosto, como convém a um
sedã de sua categoria.
Interior O interior marca uma mudança de paradigma no tipo de
decoração interna usada pela Toyota: trata-se do primeiro Lexus do mercado onde
os acabamentos em madeira tem uma superfície fosca, um detalhe que seria muito
bem vindo em outros modelos Lexus.
O interior da nova versão esportiva é oferecido apenas
na cor preta, com estofamento em couro perfurado com costura aparente, e
madeira no tom mate. Os bancos também são esportivos e proporcionam excelente
conforto em estrada, além de segurarem com competência o corpo em curvas
executadas em condução esportiva.
Aperfeiçoamentos mecânicos Mas o modelo Sport do Lexus não diz respeito apenas à
aparência. Há também aperfeiçoamentos mecânicos: caixa de transmissão
automática de oito velocidades com mapeamento esportivo, novo sistema de freios
e uma suspensão calibrada para condução em altas velocidades. O motor é um V-8
de 4.6L e que entrega respeitáveis 380 cavalos, sempre muito bem assessorados
pela magnífica transmissão automática de 8 velocidades. Esta, por sinal, é um
espetáculo à parte: dispondo dos paddle shift´s no volante e com o mesmo
mapeamento encontrado na do sedã esportivo Lexus IS-F, o sistema trocas as
marchas na velocidade que uma Nikkon de última geração tira quadros de fotos. E
o melhor: quando ativada a opção "Sport", o câmbio leva o motor até a
faixa vermelha do conta-giros. E o sistema integrado com gerenciamento
eletrônico do motor ainda aplica pequenas acelerações no motor no curto
intervalo entre trocas de marchas durante as reduções.
A transmissão forma um conjunto harmonioso com o V-8 de injeção direta, e permite rápidas acelerações e controle total do câmbio por meio dos paddle shifts instalados atrás do volante. Os freios Brembo dianteiros usam discos de 14,8" -
estes, maiores, inclusive, que os do Lexus IS-F - e pastilhas de alta
aderência. A diferença em relação à versão normal do LS é clara. A resposta é
excelente e as frenagens são rápidas, sem qualquer tipo de desvio de
trajetória, o que dá uma confere uma elevada sensação de controle ao piloto.
Suspensão a ar: calibragem esportiva A suspensão a ar do Lexus LS Sport
tem uma calibragem específica para se adequar a um nível de condução mais
ousado. Evidentemente a suspensão pode ser controlada eletronicamente e permite
a opção entre uma calibragem mais esportiva e outra que privilegia o conforto. A
dirigibilidade do carro quando a suspensão está no modo Sport é muito aprimorada,
deixando o Lexus muito à vontade em qualquer curva. Mesmo na configuração
esportiva a suspensão não é dura, mas se o você deseja o máximo conforto, então
basta selecionar a opção "confort".
O maravilhoso V-8 de 380 cavalos dá
ao Lexus LS o comportamento esportivo
que honra o sobrenome "Sport". Trata-se de um carro muito mais
emocionante que a versão normal do LS, e, naturalmente, muito mais divertido de
se pilotar. Ele é melhor acelerando, fazendo curvas ou freando. O piloto tem
mais controle do comportamento do carro, o que torna a condução muito mais
envolvente que a versão normal do Lexus LS. Preço
O Lexus LS Sport não é barato nem
mesmo para os bolsos norte-americanos: US$ 76.000,00 - o equivalente a R$
130.000,00. Mas, por esse preço, ele vem também com bancos com aquecimento,
sistema de assistência ao estacionamento, cortina na vigia traseira, completo
sistema de entretenimeto Mask Levinson com sete alto-falantes e leitor de DVD.
Apesar de elevado, ele ainda é mais barato que as versões AMG dos Mercedes-Benz
de sua categoria. Para quem deseja um pouco mais de esportividade que um Lexus
LS pode entregar, ele é uma opção. Dados Técnicos | Tipo de veículo | Sedã de passageiros, 5 passageiros, motor dianteiro | | Motor | 4.6L, 380cv, DOHC 32 válvulas, V-8 | | Transmissão | Automática de 8 velocidades | | Peso | 1973Kg | | 0-100Km/h | 5,4s | | Dimensões | 5,05m (comprimento) x 1,87m (largura) x 1,47 (altura) |
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postado em 02/12/2009 11:14 por Sergio Mendes
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02/12/2009 15:22 atualizado(s)
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O Fiesta é o carro de maior sucesso e campeão de vendas da Ford no continente europeu. Com o lançamento da versão americana de seu compacto, espera replicar esse sucesso também nos Estados Unidos e Canadá. E, claro, também no Brasil, tendo em vista que a versão brasileira está em fase final de preparação para lançamento. O Fiesta americano que vemos nestas fotos é oferecido nas versões hatch e sedãm ambas equipadas com um motor de 1.6L de 119cv de potência. Equipado com uma caixa de transmissão manual de cinco velocidades, o compacto é capaz, segundo a Ford, de percorrer até 17Km com cada litro de gasolina, convergindo com as necessidades crescentes verificadas na América do Norte por carros mais eficientes do ponto de vista energético. Além da transmissão manual, será oferecida como opcional uma caixa automática de seis velocidades e dupla embreagem. Essa opção, porém, segundo o fabricante, apresenta o mesmo nível de consumo de combustível que o apresentado pela versão manual. 
As linhas da carroceria sofreram poucas modificações em relação à versão européia. Basicamente as alterações estão na grade dianteira, rodas de 16" de diâmetro. Os para-choques, por questões legais relativas à segurança, também sofreram modificações, e, por serem maiores, adicionam cerca de 6cm ao comprimento total do carro. Interior prático e arejado O interior do Fiesta americano tem o objetivo de se apresentar simples e arejado, sem a sofisticação apresentada no modelo europeu, pois o segmento de mercado que o veículo busca na América do Norte é diferente do que posicionamento na Europa. Nos EUA, o Fiesta será oferecido em versões SES e SEL, esta a mais luxuosa, e que apresenta um painel com cores diferenciadas na parte superior e inferior, além de forração de couro com costuras aparentes. O modelo vem equipado de série com sete air-bags, direção com assistência elétrica, iluminação auxiliar dos faróis feita por LED´s, repetidores de direção laterais, display central multi-função, entradas USB para sincronização de dispositivos portáteis com o equipamento de som. Além disso, a iluminação interna também é feita por meio de LED´s: dois dianteiros, dois traseiros, no porta-copos e no botão do sistema de abertura da tampa de combustível. Carro mundial O lançamento do Fiesta no mercado americano insere-se na estratégia da Ford de fabricar o mesmo modelo em todos os mercados do mundo. Ele já é vendido na Europa, China e Brasil, porém a versão brasileira é diferente da oferecida nos demais mercados. Apesar do esforço, o fato é que a versão americana, apesar de todas as semelhanças com os modelos europeu e chinês, compartilha apenas 60% de suas peças com tais versões. Versão sedã: mais barata que o hatch O versão sedã será oferecida em níveis de acabamento inferiores em relação ao modelo hatch: S e SE. Isso acontece porque nos EUA os carros do segmento hatch são associados à veículos de classe "premium", por apresentarem um estilo europeu, e, portanto, mais sofisticado. O Fiesta americano que vemos nestas fotos é oferecido nas versões hatch e sedãm ambas equipadas com um motor de 1.6L de 119cv de potência. Equipado com uma caixa de transmissão manual de cinco velocidades, o compacto é capaz, segundo a Ford, de percorrer até 17Km com cada litro de gasolina, convergindo com as necessidades crescentes verificadas na América do Norte por carros mais eficientes do ponto de vista energético.
Suspensão e bancos mais macios que o europeu Outras características que diferenciam o modelo americano do seu congênere europeu é o ajuste da suspensão e os bancos. O consumidor americano aprecia carros com direção muito leve, suspensão macia e bancos almofadados. Sendo assim, foram feitos ajustes de suspensão e instalados bancos maiores e mais macios para convergir com a preferência desses consumidores. Carro pequeno em um mercado dominado por Toyotas, Hondas e Hyundais? A decisão da Ford em lançar o Fiesta no mercado americano veio na sequencia da elevação do preço do petróleo em 2007 e 2008. Embora os preços dos combustíveis tenham declinado significativamente desde então, ainda há o medo, por parte dos consumidores, de que eles possam voltar a subir, motivo pelo qual espera-se uma grande demanda por carros econômicos nos EUA nos próximos anos. Versão esportiva SVT também será oferecida Além do sedã, a Ford planeja vender a versão hatch de duas portas, provavelmente na versão esportiva SVT e dotada de um câmbio automático com paddle-shift (alavancas de trocas de marchas atrás do volante). Essa versão mais esportiva, porém, deverá ser apresentada apenas em 2011. Segundo os planos da Ford, o lançamento do Fiesta nos mercados dos Estados Unidos e Canadá deverá ampliar as vendas mundiais do modelo em mais de 500.000 unidades anuais. |
postado em 01/12/2009 05:22 por Sergio Mendes
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02/12/2009 20:57 atualizado(s)
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A Volkswagen Amarok é a primeira pick-up acima de 1 tonelada desenvolvida na Alemanha. O mercado global para esse tipo de veículo é estimado em 2 milhões de unidades. A lançamento da VW representa uma mudança de paradigma nesse mercado, associando robustez mecânica, alta tecnologia, conforto e ergonomia jamais vistos em veículos desse tipo. O Amarok tem uma versão de quatro portas e cabine dupla. Uma versão de duas portas com cabine simples está prevista para ser lançada em 2011. Com um comprimento de 5,25 metros, a nova pick-up incorpora todas as referências de estilo presentes nos novos lançamentos da VW mundial, como a ênfase em linhas horizontais e uma junção clara e precisa de superfícies. 
Motorização Em termos de conjunto mecânico, a Volkswagen Amarok é equipada com um turbo-diesel 2.0L TDI com um turbo de dois estágios, capaz de desenvolver 163cv. Uma outra opção será uma versão com 122cv, que será oferecida em meados de 2010. Ambos os motores são acoplados a uma caixa de transmissão manual de 6 velocidades. Consumo e emissão de dióxido de carbono Os dados iniciais da Volkswagen indicam que o motor de 122cv apresenta um consumo médio de 13,2Km/L de Diesel, sendo que o motor mais potente, de 163cv, faz em média 12,85Km/L de Diesel. Outro aspecto importante é o relativo à emissão de dióxido de carbono: a nova pick-up da VW já está convergente com as mais exigentes legislações do planeta relativas a emissão de poluentes. O modelo de 122cv emite em média 199 gramas de dióxido de carbono (CO2)/quilômetro, e o modelo de 163cv apresenta o indicador de 206 gramas de CO2/quilômetro. Em termos de autonomia, o Amarok dispõe de um tanque de combustível de 80 litros, o que confere ao veículo uma autonomia de até 1000Km. A novidade off-road da VW é equipada com sistemas que auxiliam o motorista a conduzir o carro da forma mais econômica possível. Tração 4MOTION 4x4 Full, 4x4 Switchable, 4x2 A Amarok dispõe de três tipos de sistemas de tração: tração 4x4 permanente; tração 4x4 com opção de desligamento da tração dianteira; tração 4x2 traseira. A opção de tração 4x2 traseira é destinada ao público que opta por um veículo off-road em função do estilo e de sua versatilidade, e que usam o carro predominantemente em cidades. Os dois tipos de tração 4x4 são adequados para uso em qualquer tipo de terreno. A diferenciação entre a versão 4MOTION 4x4 permanente e a 4MOTION 4x4 com possibilidade de desabilitar a tração dianteira é o símbolo "4" do emblema 4MOTION. Quando o número "4" estiver grafado em preto, então trata-se da versão Full, e quando o "4" estiver grafado em vermelho, trata-se da versão que dispõe da funcionalidade de desabilitar a tração dianteira. Em termos de comportamento dinâmico não há diferença entre as duas versões 4x4, sendo que a versão Full é indicada para uso predominante off-road, sendo que a versão switchable é indicada para os casos em que o carro será usado também em estradas pavimentadas. Versões de acabamento: Básica, Trendline, Higline A VW AMarok é oferecida em três versões de acabamento: Básica, Trendline e Highline. Versão Básica Esta versão dispõe de mecânica e equipamentos extremamente robustos, com ajustes manuais para vidros, travas das portas e retrovisores. O pára-choque dianteiro, bem como os espelhos retrovisores e os estribos laterais não são pintados, com o objetivo de resistir ao trabalho pesado. As rodas dessa versão são de 16" e incorpora também os seguintes equipamentos: assentos dianteiros ajustáveis, luzes no compartimento de carga, antena integrada nos retrovisores externos e compartimento de carga travado. Versão Trendline Essa versão conta com os pára-choques dianteiros, maçanetas das portas e carcaças dos espelhos retrovisores pintados na cor da carroceria. Vidros, travas e retrovisores são de comando elétrico. Rádio com CD Player, ar-condicionado Climatic, display de painel multifuncional, piloto automático, faróis de milha frontais, rodas de alumínio de 16" completam os equipamentos de série. Versão Highline Versão top de linha com ênfase no conforto. Dispõe de todos os equipamentos da versão Trend, somados a ar-condicionado Climatronic, sistema de som especial com 6 alto-falantes, detalhes cromados na parte externa e no interior, rodas de 17" de alumínio e painel de instrumentos com iluminação especial. Equipamentos especiais de personalização A VW também irá oferecer uma linha completa de acessórios de personalização, que vão desde sistemas de conectividade especiais até rodas de liga especiais. Interior O interior da Amarok é amplo e ergonômico, sendo o maior de sua classe. Projetado para facilitar a entrada e saída de passageiros, a VW teve especial cuidado na ergonomia para o motorista. A VW Amarok também pode ser considerada uma pick-up que acomoda confortavelmente 5 pessoas, tendo em vista que o espaço no banco traseiro é amplo e bem dividido. Área de carga A caçamba da VW Amarok tem uma área de 2.52 metros quadrados, o que é a maior de sua classe, e pode ser equipada com um pivô traseiro que permite o reboque de traillers de até 2,8 toneladas. Sistemas de segurança Quatro airbags, ESP, ASR, ABS: todos esses equipamentos de segurança são oferecidos de série em todas as versões. Mercados O primeiro mercado que recebe a VW Amarok é o da América Latina, seguido da Europa, no segundo semestre de 2010. |
postado em 30/11/2009 18:03 por Sergio Mendes
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12/06/2010 23:46 atualizado(s)
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Atenção: Veja mais informações sobre o lançamento do Chevrolet Malibu 2010 no Brasil em nosso Blog: www.car.blog.br
O Chevrolet
Malibu é o concorrente direto do Ford Fusion no Brasil. Sendo importado a
partir de junho de 2010, configura-se como uma alternativa interessante ao sedã
de luxo da Ford no Brasil. O Malibu é um carro completo e que não tem pontos
fracos evidentes. Em comparativos de sites e revistas estrageiros, o Malibou
conseguiu um feito que poucos carros americanos conseguiram: encarar de frente concorrentes
de peso como Honda Accord, Toyota Camry, Nissan Altima e Mazda61i Sport.
A missão do Malibu no Brasil é penetrar no mercado dominado por Fusion,
Jetta, Azera, e, em um nível mais elevado, Accord e Camry. O Malibu tem um
estilo conservador, no qual os projetistas procuraram evitar inovações
excessivas, porém elegante e contemporâneo. Nesse aspecto ele difere tanto dos
Accord e Camry, quanto do Fusion, carros que vieram com inovações visuais que
nem sempre são consideradas de bom gosto. O Malibu não inova, mas também não
comete nenhuma gafe estilística.
A estrutura do Chevrolet Malibu foi projetada pela Cadillac, e carrega o
DNA da divisão de alto luxo da companhia americana. Por outro lado, o
pára-brisa inclinado, os extensos painéis de portas com pequenas luzes
laterais, e a porção traseira musculosa parecem ser inspirados positivamente
nos Lexus.
As linhas clássicas e atraentes estão presentes também no interior do
Chevrolet Malibu. Os interruptores têm a aparência dos encontrados nos Toyota
Camry, o que indica um nível de acabamento compatível com sua classe. Os
acentos dianteiros são confortáveis e o revestimento dos bancos oferecem um
apoio lateral adequado.
O Chevrolet Malibu é escancaradamente preocupado com o conforto de seus
ocupantes, flutuando sobre as ondulações do asfalto como um creme de leite
sendo derramado sobre morangos. Apesar de a condução esportiva não ter sido o
principal objetivo do projeto do Malibu, o fato é que o Chevrolet tem um
comportamento dinâmico tão refinado que lhe coloca no topo de uma comparação
direta contra Fusion, Accord e Camry.
Apesar de o Malibu apresentar um pouco
mais de rolagem da carroceria que o Fusion, a engenharia da GM fez um trabalho
excepcional ao tornar o comportamento do carro previsível e sem qualquer tipo
de surpresa. Evidentemente não é um carro para se colocar em um circuito de corrida,
porém ele entrega uma condução segura.
O Chevrolet Malibu no Brasil disporá de um motor motor 4 cilindros de 2.4L e potência de 171cv, associado a uma caixa de transmissão automática de seis velocidades, que pode ser configurada para permitir trocas manuais.
Se formos fazer uma classificação
entre esses sedãs disponíveis no Brasil, poderíamos dizer que o Ford Fusion
ficaria em quarto lugar, atrás do Honda Accord, em terceiro, e depois Toyota
Camry - segundo lugar, todos atrás do Chevrolet Malibu na primeira posição.
A julgar pelo que o Chevrolet
Malibu apresenta nos Estados Unidos, o sedã da GM tem tudo para criar sérios
problemas para o Ford Fusion, e incomodar seriamente Honda Accord, Toyota
Camry, VW Jetta e Hyundai Azerra.
Veja mais informações sobre o lançamento do Chevrolet Malibu 2010 no Brasil em nosso Blog: www.car.blog.br |
postado em 24/11/2009 09:27 por Sergio Mendes
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25/11/2009 18:02 atualizado(s)
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Durante o último GP Brasil de F-1, fiquei observando
uma Ferrari de vários ângulos. Um carro de Fórmula 1 é uma exibição de poder e
representa um marco de engenharia e de tecnologia. E quem nunca sonhou um dia
ser um piloto de F-1? Um sonho de ser
piloto, em geral, vem acompanhado do desejo de possuir carros potentes. A
realidade, porém, é que a maioria de nós dirige carros que são ótimos para
levar a família e demoram longos 12 segundos para chegar aos 100km/h.
O tempo passa,
os sonhos juvenis se vão, e isso se encarrega de mostrar que potência não é
tudo. Essa constatação muitas vezes é uma ruptura com valores formados por
expectativas anteriores.
Um carro que
representa um pouco esse processo é o Golf GTI. Sim, o hatch esportivo da VW
foi o fundador de um conceito de carro que significa
“você-pode-ser-um-cara-responsável-mas-pode-ter-um-carro-que-lhe-dá-diversão”.
Não há a menor dúvida de que quando você se senta ao volante de um Golf GTI sua
vida fica bem menos chata e monótona. Exceto se você for um piloto de F-1 ou dono
de uma Ferrari.
O Golf GTI 2010
geração VI é uma evolução do conceito original da Volkswagen, com um visual
ligeiramente mais agressivo que seus antecessores, sem os exageros da primeira
versão do GTI de 1976, mas ainda assim mais eloquente que os modelos que temos
no Brasil.
Visualmente, o
Golf GTI geração VI tem as laterais esculpidas, uma linha vermelha na grade
dianteira, um visual um pouco menos “Audi”, e o uso de tratamentos especiais
nos faróis transparentes que produzem um efeito muito interessante.
As boas
soluções estéticas continuam no interior, onde há uma clara influência da Audi:
materiais suaves e macios, ambiente arejado e que renuncia ao conceito de
interiores cheios de botões e instrumentos de todos os tipos. O banco traseiro
é muito espaçoso e há um magnífico sistema de som de 600 watts. O fato é que o
interior do GTI está tão alegre e agradável que será difícil pensar em outro
carro depois de andar nele. Quanto ao
motor, claro, você não encontrará um motor de F-1 no Golf GTI. Mas é um quatro
cilindros turbo competente e que tem condições de proporcionar boas doses de
diversão. Fornece, entre 1.800RPM e 5.000RPM, boas doses de torque em uma curva
praticamente plana. Associado a uma excelente caixa de seis marchas faz o GTI
se comportar como um verdadeiro carro esportivo. O turbo tem um funcionamento
progressivo e sua entrada em ação é suave. O conjunto motor e transmissão está
muito bem afinado.
Há requinte e
sofisticação. A condução do Golft GTI faz você esquecer que possa existir um
Porsche 911. Todas as referências esportivas estão presentes no GTI. A direção,
embora elétrica, tramite boa percepção do que está acontecendo entre os pneus e
o asfalto, se comunicando perfeitamente com os pneus 225/40R18.
Em uma viagem, o GTI se parece menos com um hatch
esportivo normal e mais com uma BMW Série 5. Claro, com pneus mais esportivos a
resposta da direção poderia ser mais rápida, mas o comportamento dinâmico é
esplêndido devido ao acerto equilibrado entre molas e amortecedores. O funcionamento
dos freios são menos agressivos que você poderia esperar (sobretudo se levar em
consideração o apelo visual), mas são suficientemente eficientes para o nível
de performance do carro e não existe qualquer tipo de mergulho frontal em
frenagens agressivas.
Acredite: um
kart de cinco cavalos é mais divertido do que a maioria dos carros de sonho que
estão anos-luz de distância dos bolsos da maioria das pessoas. O Golf GTI é
também isso. A Volkswagen está de parabéns: o carro combina potência e
sofisticação na medida certa, e dá a todos – ou a quase todos – o acesso ao
mundo da luxúria da velocidade.
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postado em 21/11/2009 19:09 por Sergio Mendes
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22/11/2009 18:39 atualizado(s)
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M, RS, V, F, AMG. O alfabeto que representa os cinco
melhores esforços dos fabricantes para criar algo único, emocionante e
inesquecível de seus principais modelos mainstream. O resultado são sedãs
esportivos de alta performance tão poderosos, capazes e versáteis que são o
equivalente terrestres dos caças a jato de última geração responsáveis pelo
controle dos céus. A verdade é que não existe carro ruim nessa lista, mas, como
sempre, há vencedores e perdedores. E a nossa tarefa é tentar separar o joio do
trigo.
Cada sedã desses simboliza a cultura corporativa de
que é proveniente. Cada um deles possui uma personalidade própria. E cada
veículo desse tem uma missão muito clara. A BMW M3 pretende confirmar e ampliar
sua tradicional superioridade em confiança e manobrabilidade em condução
esportiva. O Audi RS4 quer bater o BMW M3. O Mercedes C63 AMG entra na disputa
com golpes de baixo nível. O Cadillac CTS-V simplesmente quer provar que os
americanos também sabem fazer sedãs esportivos de estilo europeu. E o Lexus
IS-F tenta provar que é possível criar o mais rápido carro de luxo do planeta.
Conduzir qualquer um desses carros é um privilégio. Apesar
de todos terem um apelo visual arrebatador, quando se anda ao lado deles, uns
são mais capazes que outros de seduzir. Na fim das contas, porém, as
preferências pessoais de cada um, sua personalidade, a concepção que têm sobre
a estética, ergonomia e de dirigibilidade dinâmica é que determinarão a
preferência por um determinado sedã. Se você é o tipo de pessoa que detesta
mediocridade, então estes carros não irão decepcioná-lo.
5ºLugar - Mercedes-Benz C63 AMG
Se você acha que é correto comprar um carro por
causa de seu motor, então o C63 é uma opção altamente defensável. O AMG-V8 gera
451 cv a 6800 RPM. Mesmo para um Mercedes-Benz esse nível de potência está
muito acima da média. Não há nada de errado com a maneira como o poderoso V8
impulsiona do C63 rumo à perdição. Igualmente importante, a assinatura sonora
do C63 é a melhor dos nossos cinco temíveis. O ronco do motor é o melhor deles
todos. Na verdade, o ruído do Lexus é o melhor deles, caso sua preocupação seja
um rugido com um timbre sexual.
Seria necessário mencionar os profundamente recortados assentos Recaro, ou a transmissão automática que muda as marchas na velocidade de uma Nikkon capturando fotos? Infelizmente, o interior do C63
fica muito abaixo da nível de cabine de seus competidores. Os plásticos do C63 são de
qualidade superior, e os entalhes são sublimes. Mas há uma sensação de que falta
algo mais.
Você realmente pode ficar um pouco receoso ao
conduzí-lo: o C63 AMG não se preocupa em mascarar seu peso como o fazem os
outros super sedans. A precisão no comando é a grande ausência do C63 AMG. Claro,
você pode colocar esse bad boy para dançar: é extremamente fácil esconder a
traseira em uma nuvem de fumaça de pneu queimado. Mas, para fazer isso, é melhor
escolher um Mustang.
4 º lugar - Lexus IS-F
O Lexus IS-F precisa de um câmbio manual. Sua caixa
automática, apesar de eficiente, oferece menos recursos que os demais.
Entretanto, isso não prejudica a concepção surpreendente do IS-F: O japonês é o
mais rápido e confortável sedã esportivo que o dinheiro pode comprar.
Todos os outros carros nesse comparativo propõem uma
condução firme, de esportividade extrema. O Lexus apenas lhe convida a sentar
calmamente e desfrutar do som envolvente de seus 416cv a 6.600 RPM.
Andando na cidade, o V8 do Lexus IS-F permanece
silencioso e tranquilo. Pise no pedal direito, supere os 3.000 RPM e todos os
defletores das saídas de escape irão se abrir. E todas as portas do céu se
abrirão juntas. Embora o Lexus IS-F seja tão competente em curvas como o BMW M3, a condução tranquila em passeio
ainda é onde ele se destaca.
Se estes carros pudessem escolher a estrada em que vão
andar, o IS-F sugeriria uma longa, reta e larga highway. E ele não lhe
convidaria para andar em uma pequena estrada sinuosa e cheia de curvas
desafiadoras.
3 º Lugar - Audi RS4
O Audi RS4 é o mais antigo de todos. Não que você não
saberia disso apenas olhando para ele. Os seus vincos pronunciados, sua
dianteira gigantesca, e as superfícies abauladas da carroceria parece que não
conseguem se constituir em uma obra única. A cabine do RS4 mantém o padrão
superior de acabamento, entretanto a decoração é excessivamente conservadora,
com um onipresente cinza dominando toda a cena, bem diferente da ousadia
encontrada no interior da BMW M3.
Apertar o botão de start do RS4 é como você estivesse
provocando um tigre adormecico com uma vara pontiaguda. Ele é feroz mesmo que
ainda nem tenha acordado. Quando os 420cv a 7.500 RPM do V8 de Ingolsdtadt desperta
de seu sono, você tem um verdadeiro tigre enfurecido. E ele não desaponta nem
um pouquinho. Pode ser que exista um sedã esportivo que se preste mais a desfilar
em torneios de equitação, mas ele definitivamente não está neste grupo.
Sim, o RS4 entrega uma verdadeira sensação de
pilotagem. Sim, você pode dirigi-lo como um Porsche: basta apontar e atirar. Mas não há desculpa para um sedã esportivo de uma montadora de luxo alemã oferecer tão pouco luxo. 2 º Lugar - BMW M3
O BMW M3 foi tirado do cargo principal pelo Cadillac
CTS-V por uma razão muito simples: tecnologia demais. "Eu sou um homem cujo
mundo é definido por siglas e acrônimos, e dependo dos computadores para me
manter vivo". Sim, alguma coisa se perdeu na profusão de gadgets eletrônicos que
colocaram em cima do V8 de 414cv a 8.300RM do Bimmer. iDrive, MDrive, babás eletrônicas para cuidar da estabilidade, mais babás para cuidar da tração, e uma ECU suficientemente inteligente para clonar a
selvageria esportiva que existia nos antigos M3, mas à sua própria forma - o
cérebro eletrônico do BMW M3 cria o sedã esportivo definitivo. Mas em algum
lugar nessa linha evolutiva ele perdeu um pouco de sua personalidade.
Sem dúvidas: a genialidade está presente na caixa de
surpresas do M3, o espírito do M3 E30 implora para sair. Quando você pára de
tentar dominar todos os gadgets, e resolve deixar tudo no automático, os cães
de guerra são liberados, e os dias de glória voltam gloriosamente.
É mais ou menos como reclamar que o
último episódio de "Battlestar Gallactica" não é tão bom com foi o
primeiro. O BMW M3 foi, é, e provavelmente será o mais sensitivo sedã esportivo no mundo. Aqueles que discordarem
das posições dos dois vencedores, sintam-se à vontade para trocá-los de posição
sem qualquer tipo de debate.
1 º Lugar - Cadillac CTS-V (manual)
As outras máquinas deste comparativo optam
por diferenciarem-se de suas versões originais usando uma profusão de grelhas,
dutos de freios anodizados, spoilers, canos
de escapamento e mais canos de escapamento. O Cadillac CTS-V simplesmente
adiciona alguns cromados à já agressiva concepção original. Uma grade dianteira
diferenciada e só. O interior tenta provar de uma vez por todas que a General
Motors pode fazer um interior de alto padrão.
O Cadillac CTS-V surge como o
americano impetuoso, treinado nas academias pelos estúdios de Hollywood para
ser o melhor, e mostrando que está pronto para se tornar o chefe da equipe.
Quando é exigido, o Cadillac entrega
o que se espera dele. Pelo mesmo preço do BMW M3, o CTS-V tem 100 cv a mais de
potência debaixo do capô. Os 556 cv a 6.100 RPM exalam potência por todos os
tubos de escapamento, e o seu rosnado é feroz o suficiente para fazer os
alemães sentirem-se na necessidade de procurar a oficina de preparação mais
próxima para alguns ajustes adicionais.
Mas não pára por aí. O
CTS-V tem transmissão (automática ou manual), suspensão e freios que podem não
ter a delicadeza de toque do M3, mas todos os sistemas trabalham em harmonia e
com precisão. Este é uma daqueles carros raros que inspiram confiança no
motorista, mesmo quando a acelerada lateral é um pouco mais pronunciada do que
o desejável. |
postado em 20/11/2009 20:00 por Sergio Mendes
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20/11/2009 20:42 atualizado(s)
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A Hyundai tem se notabilizado nos anos recentes por
produzir carros muito bem equipados, com estilo europeu, bonitos, eficientes e,
o melhor de tudo: com preços inferiores aos seus concorrentes de mercado. O
Hyundai Azerra e i30 mostraram um sucesso em sua comercialização no Brasil,
assim como o Tucson e os SUV maiores. Mas agora a marca coreana está se
preparando para entrar um segmento disputadíssimo do mercado brasileiro: o de
compactos, no qual habitam best-sellers do mercado brasileiro, como Polo,
Peugeot 207, Punto, entre outros. O que a Hyundai tem a oferecer nesse segmento
é um compacto muito competente, com um estilo muito interessante, com linhas
belas e um interior bem equipado: o i20.
Na Europa o i20 substitutui o Getz, entretanto o i20 é
maios, mais largo que o Getz, o que lhe empresta um ar menos utilitário e mais elegante.
A distância entre eixos também foi ampliada, e os benefícios dessa medida se
observa tanto dentro quanto fora do carro.
A frente do i20 apresenta todas as características
estilísticas da nova família dos carros da Hyundai. A grade frontal fica em uma
posição elevada, emoldurada por um acabamento cromado e com o logotipo da
empresa. Mais embaixo há uma outra grade trapezoidal
que forma uma espécie de suporte para a grade superior. O resultado final é
muito interessante. Em ambos os lados,
as luzes de neblina são posicionadas em inserções do para-choque que acompanham
o estilo dos faróis posicionados acima. As caixas de rodas tem um desenho
suave, o que acaba evidenciado a forte linha que corta a lateral do carro da
frente até a traseira, onde curva-se para baixo antes de se fundir com o
robusto para-choque traseiro.
A base envolvente do conjunto de
iluminação traseira marca uma mudança no plano de inclinação da traseira
hatch-back, recortando o para-choque, e com uma inclinação que adiciona uma
aparência moderna e confere um visual mais largo e substancial.
Na Europa, onde foi projetado, o i30 é
oferecido com motores 1.2L e 1.4L, e com diversos níveis de acabamento. Na
versão mais simples ele vem com rodas de aço de 15 polegadas, ar-condicionado,
regulagem de altura do banco do motorista, coluna de direção reguláveis, vidros
dianteiros elétricos e um rádio com leitor de CD compatível com o formato MP3,
entrada auxiliar e com saída para quatro alto-falantes.
Mesmo na versão de entrada, há nada menos
que seis air-bags e ESP de série. A versão intermediária é a
"Confort"que já oferece rodas de liga-leve, acabamento dos assentos
em preto com inserções em vermelho ou azul, vidros traseiros elétricos e
computador de bordo. O sistema de som ganha dois alto-falantes extras e
controles no volante. No console central existem portas para conexão USB e de
iPod.
A versão "Estilo" vem com rodas
de 16 polegadas, console central com acabamento em um material com efeito de
liga de alumínio, controles de climatização digitais, luzes de neblina, e
bancos e revestimentos laterais em couro.
O Hyundai i20 é um carro confortável. Os
assentos dão um ótimo suporte sem serem excessivamente firme. A iluminação do
painel é em um tom azul brilhante, mas que não é excessivo. Evidentemente que
nessa categoria de carro não se esperaria um nível de acabamento que se exige
em modelos mais caros e sofisticados, porém o encaixe das peças do i20 é muito
bem feito e a qualidade da montagem é acima da média.
O console central é amplo e inclui longas
aberturas trapezoidais para as saídas de ar. O sistema de som está bem
localizado. Na versão "Confort" o revestimento e inteiro da mesma cor
e mais discreto que o efeito em alumínio anodizado que está presente na versão
"Estilo". A parte superior do painel é simples, exceto pelo recorte
sensual que abriga um visor que emite diversas informações sobre o carro. O
volante contém inserções em alumínio escovado e tem um desenho moderno e o
painel de instrumentos é do tipo inteligente, e dispõe de molduras laterais com
face negra
Embora a distância entre-eixos ser
generosa, aumentando o espaço na cabine, o espaço para as pernas no banco
traseiro é apenas "adequado" para um adulto, e mais do que suficiente
para crianças. Os bancos traseiros tem uma divisão em 60:40, entretanto, para
que sejam completamente rebativos, os apoios de cabeça precisam ser removidos.
O porta-malas tem uma capacidade de 295 litros, o que é um volume adequado e
permite carregar até malas grandes.
Caso de opte pelo motor 1.2L o caixa de
transmissão será necessariamente a manual de cinco velocidades. No caso do
motor 1.4L é possível escolher o câmbio automático. A performance dos motores do 1.2L e 1.4L é boa: o 1.2L chega a quase 170Km/h, sendo que o
1.4L é capaz de levar o i20 até 190Km/h. E faz de 0-100Km/h em 12,9 segundos.
O motor do i20 quando exigido emite um som
que dá uma impressão de esportividade, que na realidade não é entregue. Em manobras
de ultrapassagem em estradas é necessário reduzir para quarta marcha se o
intuito for completar a manobra com rapidez. A quinta é indicada apenas para um
situação mais calma.
O i20 é um carro que parece leve, mas a
direção é bastante sensível e bem ajustada, o que dá a impressão de ser um
carro mais caro. Ele também se dá muito
bem em vias rápidas, onde o i20 mostra-se ágil e fácil de conduzir, e em
hipótese alguma lembrando o motorista que há um pequeno motor de 1.2L sob o
capô.
Assim como na Europa, o i20 disporá no
Brasil de garantia de 5 anos com quilometragem ilimitada e de 10 anos contra a
corrosão. Em termos de desvalorização, espera-se que após três anos de uso o
i20 tenha um valor que corresponde a 53% de seu valor 0km, um indicador que
está alinhado com os demais carros do segmento.
O i20 é um carro que deve ser apresentado
em um preço convidativo, e o seu foco são pessoas que querem um bom carro,
fácil e previsível na direção, mas que pode fornecer boas doses de diversão
quando exigido. |
postado em 19/11/2009 09:55 por Sergio Mendes
[
30/11/2009 19:49 atualizado(s)
]
A
Ferrari F-458 Itália, sucessora da F-430, é um projeto totalmente novo em
relação à esta última. A Ferrari começou tudo do zero, assim como fez com a 360
Modena em relação à F-355. Continua, porém, a ser um esportivo com motor
traseiro e carroceria de alumínio, mas com conjunto motriz, chassis,
eletrônica, aerodinâmica e ergonomia completamente novas. Em
termos de tamanho, a F458 tem um entre-eixos 5cm maior em relação à F430, o que
favorece à estabilidade. A estrutura do carro foi aperfeiçoada com novas
técnicas de soldagem em alumínio, representado um ganho de 20% na rigidez
estrutural do carro.
Durante
a fase de projeto a Ferrari fez extensas simulações em computador e em túnel de
vento para conseguir ampliar o downforce, e, ao mesmo tempo, reduzir o arrasto
aerodinâmico em relação à F-430. Interior
O
interior da nova F458 Itália é algo impressionante e requer algum tempo para
que o piloto se acostume às novidades introduzidas pela Ferrari na F458. A
coluna de direção só dispõe dos padlle-shifts
para troca de marchas. As hastes de acionamento do farol alto, do limpador do
para-brisa e das luzes de direção foram movidas para o centro do voltante
multi-funções.
O
rádio, o telefone com conexão Bluetooth e o sistema de navegação são
controlados por um mouse e a tela fica no lado direito do tacômetro. Quando o
sistema de navegação está desligado, surge na tela um velocímetro virtual. Do
lado esquerdo há uma outra tela de LCD que contém as medições de temperatura,
velocidade média e tempos de volta, as informações sobre os ajustes dos diversos
sistemas eletrônicos de auxílio à condução, temperatura dos pneus, freios e
motor. Apertando
o botão Start
Chegou
a hora de pressionar o botão Start/Stop, apertar o shift direito e pilotar. Não
há possibilidade de troca manual. Esse tipo de excentricidade era importante
quando uma Ferrari fazia de 0-100Km/h na casa de 3,5 a 4s. Mas, agora, que esse
tempo está abaixo de 3s, a Ferrari perdeu definitivamente a paciência com esse
tipo de antiguidade que deixa seu bólido mais lento. Selecione
a opção "Sport" e acelere. O novo motor F136-FB V-8 acelera como
nenhum outro motor aspirado, de qualquer quantidade de cilindros e atinge
9.000RPM (trata-se do mais elevado nível de rotação de um motor V-8 projetado
para andar nas ruas, e não em pistas de competição) antes que o câmbio
selecione uma marcha superior. Como a Ferrari conseguir tirar 557 cavalos de um
v-8 aspirado de 4.5L? Com injeção direta de combustível, taxa de compressão de
12.5:1 e otimização sistemática de tudo que afeta o atrito entre as partes
móveis do motor (pistões, comando de válvulas, pistões e virabrequim),
eficiência volumétrica (coletor de adminssão com quatro fases de ressonância),
e detalhes menores como um sistema especial de cárter seco. Junto com aumento
de potência veio uma queda de 13% no consumo e uma redução significativa na
emissão de Dióxido de Carbono. Em
estradas cheias de curvas, subidas e descidas pode-se apreciar o excelente
trabalho realizado pelo novo sistema de suspensão longitudinal. Se a estrada
estiver com irregularidades na pista, ou ondulações, acione a configuração de
"pista ondulada", e o sistema se encarregará de manter as quatro
rodas grudadas na pista. Nesse tipo de configuração há também um auxílio dinâmico
do controle de rolagem lateral da carroceria, permitindo que as barras
anti-rolagem garantam a segurança em pilotagem esportiva.
Configuração de corrida
A
F458 faz curvas fechadas como nenhum outro carro, graças, em parte ao à rápida
ação do eixo
traseiro E-DIFF3 que recebe ordens do sistema de contole de estabilidade (um avançado
sistema ABS que emprega um acionamento diferencial também durante as desacelerações).
A luz do sistema de estabilidade pisca quase continuamente, apesar de não se
sentir qualquer evidência de intervenção do sistema de controle de estabilidade
nos freios ou no motor. Segundo a Ferrari, a F458 é até 32% mais rápida em
saídas de curva que a F430.
Na
pista
É
em uma pista de corrida, como o circuito de Fiorano, que a F458 mostra todo o
seu poder. Evidentemente, em circuitos podem se fazer coisas que não seriam
adequadas em vias públicas. Começando com a desativação dos sistemas de
controle de tração (TC) e do controle de estabilidade (CST), e a porta está
aberta para testar as possibilidades do assobroso sistema de freios com seis
pistões na dianteira e quatro na traseira, todos feitos de um composto de
cerâmica-carbono. Esses freios não são apenas dóceis e macios em vias públicas,
e livres de qualquer efeito de fadiga após o uso intenso, como são
assobrosamente fortes. Comparado com uma F430, sua antecessora, a F458 é muito
mais civilizada, mais silenciosa, e consideravelmente mais confirtável para o
piloto. Funcionários da Ferrari dizem que a F458 é capaz de fazer o circuito de
Fiorano em 1m25s, um tempo que, acredite-se ou não, equivale ao obtido pela
Enzo.
O
fato de a F458 ser capaz de igualar a performance de uma Ferrari Enzo é algo
maravilhoso, tendo em vista o decreto da Ferrari de quem nenhum carro poderia
superar a Enzo até que sua hiper-exótica substituta chegasse. Entretanto, os
técnicos dizem que a incrível relação peso-potência da Enzo foi compensada por
um veículo com veículo com um nível de condução dinâmica muito atualizado. Esses dados deixam a impressão que versões
especiais da F458, como uma Scuderia ou uma Challenge Stradale podem vir a
superar a poderosa Enzo. Se
realmente isso acontecer será algo realmente fenomenal da engenharia da
Ferrari: com um acréscimo de preço de 10% sobre a F430, e prometendo o mesmo
desempenho da Enzo, a F458 parece ser um ótimo negócio.
Conclusão
A
F458 é um dos mais lindos carros esportivos deste século. E também o que
apresenta a engenharia mais avançada e refinada. O vídeo de divulgação oficial da Ferrari F458 você confere abaixo.
|
postado em 16/11/2009 18:04 por Sergio Mendes
[
03/12/2009 19:04 atualizado(s)
]
Hyundai i30 - preço de Golf e Astra. Qualidades de BMW e Audi
Em um espaço de tempo muito curto, a Hyundai se
transformou de uma fabricante de carros baratos para o equivalente automotivo
de uma "garota legal": bonita, confiável, fácil de conviver e pouco
exigente. Mas será que as "garotas legais" da Hyundai estão
preparadas para frequentar as festas da moda e as discos mais badaladas? A
sabedoria popular diria que o lançamento do Genesis é emblemático dessa mudança
da Hyundai, mas a verdade é que mesmo o Genesis é uma variação mais sofisticada
do tradicional tema da Hyundai. Na realidade, o carro que realmente inova
conceitualmente é o "rebelde" Hyundai i30, um hatchback de cinco
portas, desenvolvido na Europa, insinuante, disposto, e que exerce um apelo
quase irresistível do tipo "pilote-me", que você só encontra em um Audi A3 ou em um
BMW Série 1. E ainda tem o espaço interior de um sedã de médio porte e toda a
praticidade de um hatchback. Exceto pelas de 17" de liga de cromo, você não
imaginaria o tanto de diversão que o i30 pode proporcionar. É um hatchback de
cinco portas, à la Audi A3 ou BMW Série 1, apesar da comparação estar um pouco
superdimensionada. Há alguns toques de estilo puro, como as rodas de 17" e
um certo de ar de Volvo no esquema de iluminação.
No interior há um tema simples e elegante que
cumprimenta o motorista. A posição do assento é elevada, como em um Ford Focus,
com uma excelente visibilidade para todos os lados. O painel de instrumentos,
simples e completo, sem aquele excesso de instrumentos non-sense, e a ergonomia
se destacam no interior que apresenta materiais de alta-qualidade e de toque
suave por todos os lados. A obra, tanto por fora quanto por dentro, é realmente
de alta qualidade, com ajustes perfeitos de painel e um visual agradável. Como a maioria dos Hyundais, o i30 é bem equipado: além
do que você tradicionalmente esperaria de um carro desse (vidros, travas e
retrovisores elétricos, piloto automático, ar-condicionado, direção hidráulica)
o i30 tem bancos com aquecimento, um ótimo computador de bordo, um câmbio
automático de 5 velocidades, sistema de som com conexão Bluetooth e USB, além
de conexão para iPod.
O interior de i30 apresenta uma superabundância de
materiais em preto, mas o efeito vítreo usado em muitos casos emprestam um ar
leve e arejado. Os passageiros do banco traseiro são tratados com um assento
confortável e com amplo espaço para as pernas, mais espaço para as pernas, na
verdade, que você encontra na maioria dos sedãs médios disponíveis em nosso
mercado. Os bancos traseiros são divididos em uma proporção 60/40 e são
completamente dobráveis, o que permite ampliar o espaço para bagagens de forma
segmentada. Tudo isso torna o i30 um ótimo companheiro da semana e do fim de
semana, excelente para o dia-a-dia e perfeito para viagens. Acione a partida do i30 e você será saudado com um
rosnado ansioso de um 2.0L de 145cv. O motor possui comando de válvulas
variável, e sobe de rotações ansiosamente, mas sente um pouco quando o carro
está completamente carregado. Por outro lado, o câmbio é um prazer de usar, e o
propulsor mostra um nível de economia de combustível excepcional, mesmo quando
a condução é algo esportiva. O computador de bordo indica médias de consumo de
13Km/L de gasolina.
Dirigindo rápido, o i30 revela suas características
européias, com uma direção rápida, precisa e linear, baixíssima rolagem em
curvas e uma atitude empolgante. A suspensão é firme, mas não dura. Em uma estrada,
o i30 tem um controle direcional acima da média, seguindo em linha reta como um
raio laser. Em velocidades mais altas, ouve-se algum ruído do motor, mas os do
vento são mínimos, e os assentos são confortáveis e dão ótimo suporte. O i30 é
um carro jovem, com ótimas qualidades dinâmicas, e anos luz à frente do que a
Hyundai jamais apresentou nesse segmento.
Evidentemente, o i30 ainda não é um Audi ou um BMW,
mas seu preço também não é o de um Audi ou BMW. Pela metade do preço de um A3
ou BMW Série 1, você tem um carro completo, com ótimo desempenho e bonito.
Tudo isto mostra que o pacote do i30 é muito atraente:
espaçoso, bem equipado, prático, divertido de dirigir e com muita atitude, e
com ótimo motor. É o primeiro Hyndai que fornece verdadeiro prazer ao dirigir. Visite nosso página de notícias sobre carros acessando: www.phenomveiculos.com.br/noticias
|
postado em 15/11/2009 16:35 por Sergio Mendes
[
12/06/2010 23:19 atualizado(s)
]
Vamos supor que seja possível esquecer, por um
instante, que você está ao volante de uma Ferrari, e não de qualquer Ferrari,
mas talvez a melhor Ferrari "mainstream"
da história - a F355. Esqueça a bela paisagem, a estrada lisa e vazia à sua
frente. Tente esquecer também a velocidade - que deve ser, provavelmente,
excessiva. Esqueça o Golf GTI e o Honda Civic que tentaram te seguir por alguns
instantes. Esqueça tudo isso e apenas ouça. O som que vem de trás é produzido
por um V8 de quarenta válvulas, com partes em titânio, girando a mais de oito
mil rotações por minuto. Não, não é o som de um V8 de um muscle-car tradicional. Em vez disso, você
ouve a sinfonia de dois quatro cilindros juntos, duplicados e justapostos, um à
esquerda e um à direita, como em um CD duplo do Iron Maiden. O som não é macio,
tampouco melodioso, mas é absolutamente irresistível. Não há nada parecido.
Outros carros podem oferecer o
visual, a performance e até mesmo o prestígio de uma Ferrari, mas nenhum deles
oferece o som de uma Ferrari. O conta-giros chegou na faixa vermelha agora. Apure
os seus sentidos, perceba como tudo passa mais rápido à sua volta, e sinta a
emoção inigualável de pilotar este carro em plena aceleração e em quinta
marcha. Esse prazer inigualável está ao
alcance dos mortais comuns em viagem aos Estados Unidos: em cidades
como Nova York, Boston, Washington e Miami existem locadoras de veículos de alta
performance, como esta F355. No portfólio dessas locadoras você pode encontrar
até um Viper de terceira geração com 750cv, que é anunciado como o "carro
mais rápido para se alugar dos Estados Unidos". Comparado a um Viper
desse, a Ferrari F355 é apenas rápida, mas contra carros esportivos não
modificados atuais, esta Ferrari de mais de dez anos ainda faz bonito.
Ela é capaz de fazer de zero a
quatrocentos metros em treze segundos . O motor é solto e disposto, sobe de
rotação com extrema facilidade, e foi projetado sem as restrições das
legislações atuais anti-poluição. Comparado com um Porsche da mesma época, a Ferrari
puxa com menos autoridade em baixas rotações, mas supera qualquer Porsche quando
o velocímetro ultrapassa os 80Km/h. O interior da F355 é deliciosamente retrô. Sim, ela
dispõe dos paddle-shifts no volante para troca de marchas, e eles funcionam como
se espera, produzindo um "clanck" sólido a cada troca de marcha. A
direção e os freios são precisos e sensíveis. A visibilidade é
surpreendentemente boa, muito melhor do que se encontraria em um Corvette ou em
um Viper. A diretriz de Luca di Montezemolo para os projetos Ferrari - tornar a
Ferrari um carro utilizável no cotidiano - está evidentes por toda a parte: os
controles do ar-condicionado são fáceis de entender e há espaço de sobra para
os ombros.
Enquanto a F355 tem suas raízes estilísticas na 308GTS,
a posição de pilotagem e a visão que se tem no cockpit são mais próximos da Bertone
308GT4. Há uma sensação de estar sentado bem à frente do carro, quase que debruçado
sobre as rodas dianteiras e muito próximo do chão. É completamente diferente de
uma Ferrari com motor dianteiro, e rapidamente se entende porque os tifosi se dividem em duas clãs: os fãs das descendentes da Daytona e os da Dino. A maioria dos apaixonados por carro que nunca teve a
oportunidade de dirigir uma Ferrari na vida real podem imaginar o que seja
dirigir esta F355 sabendo que, uma vez ao volante, se você esticar sua perna
esquerda, você irá bater na caixa de roda interna esquerda, o que mostra o quão
adiantada é a posição de pilotagem da F355.
A maioria dos Ferrari que estão disponíveis para
aluguel nos EUA são ou velhas e cansadas 360 Modena ou caríssimas F-430. Mas se
você escolher uma F355 você pilotará um carro feito com a filosofia de oferecer
o mesmo nível de performance de carros modificados. Se você tiver sorte e
encontrar um emblema "Challenge"
na traseira, então saiba que você estará com uma versão ainda mais exclusiva,
com suspensão, freios e mapeamento do motor aperfeiçoados para a maximização do
desempenho. Cada parafuso da suspensão é de especificações especiais e até as
costuras do couro dos bancos são diferenciadas. O carro é razoavelmente
completo e dispõe até de um sistema de som compatível com o iPod. A F355 é provavelmente a melhor Ferrai dos últimos
vinte anos, da mesma forma que o Porsche 993 é considerado o melhor Porsche
desse período. Em ambos os casos, a tecnologia, a usabilidade e a personalidade
se combinam para proporcionar uma experiência de condução inigualavelmente
purista no sentido esportivo.
Há potência disponível e performance pelo menos umas
três vezes superior ao que qualquer mortal é capaz de usar, é tão linda que é
praticamente impossível de sair dela e não ficar paralisado olhando suas formas.
E não há qualquer traquitana eletrônica para salvar os hiposuficientes em
talento para a pilotagem de suas próprias falhas. Sem dúvida alguma, se você só
tiver a oportunidade de pilotar uma Ferrai uma vez na vida, você tem que
dirigir a F355. O custo de alugar uma F355 é algo como US$1K/ dia, nos
EUA. Talvez existam outras opções de torrar uma grana dessas, como um curso de
pilotagem em Interlagos, ou colocar um conjunto novo de rodas no seu carro, mas
quando você chegar perto de uma F355 e ouvir o ruído do seu V8, você se
esquecerá rapidamente das outras opções.
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